Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB) foram reeleitos senadores pelo Amazonas neste domingo (4). Com 100% das seções apuradas, eles tiveram 1.240.471 votos (32,29%) e 948.793 votos (24,70%), respectivamente.
Em 2026, foram eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor votou em dois candidatos diferentes.
Para Eduardo Braga, este será o terceiro mandato no Senado. Nascido em 6 de dezembro de 1960, em Belém, formou-se em engenharia elétrica na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em 1981. No mesmo ano, conquistou seu primeiro cargo público ao ser eleito vereador de Manaus.
Desde então, já foi deputado estadual, deputado federal, além de vice-prefeito. Ocupou o cargo de prefeito por dois mandatos (1994 e 1996), foi eleito duas vezes governador do estado (2002 e 2006), antes de ocupar o cargo de senador. Foi também ministro de Minas e Energia do governo Dilma, em 2015.
Já Plinio Valério nasceu em 31 de janeiro de 1955, é jornalista e radialista, formado pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Natural de Eirunepé, no Amazonas, entrou na vida pública quando assumiu uma vaga de vereador em 2001, mandato exercido até 2004.
Exerceu o cargo de vereador outras duas vezes, ao ser eleito em 2012 e 2016. Em 2013, como suplente, ocupou a vaga de deputado federal pelo Amazonas por oito meses. Nas eleições de 2018, foi eleito senador pelo Amazonas, na 1.ª vaga, com 834.809 votos, e permanece no cargo. Atualmente é vice-presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Campanha
O 1° turno da eleição foi marcado por, além de discussão de propostas, críticas e ataques entre adversários sobre as gestões anteriores. Ao longo de 45 dias, os principais nomes que disputam a vaga de senador participaram de entrevistas, sabatinas e atos públicos com apoiadores.
Os candidatos também levaram para os debates e atos de campanha temas que atingem diretamente a população, como saúde, educação, segurança pública, queimadas, fumaça, cheias e secas. Mudanças na legislação para permitir a exploração mineral no estado também esteve no centro das discussões.
FONTE: Por G1 AM





































